Qualidade de vida no trabalho (QVT): uma percepção entre docentes da Universidade Federal de Goiás (UFG/RC)
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Universidade Federal de Goiás
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A busca pela Qualidade de Vida (QV) impulsiona a humanidade, abrangendo também as organizações, através da Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), o que garante benefícios tanto para as pessoas como para as organizações. Temos na promoção da QVT um fator motivacional, volvido na importância da avaliação do estresse e na saúde ocupacional, sendo esta percebida através da satisfação do trabalhador. Portanto, o objetivo deste estudo consiste em analisar a percepção da satisfação dos docentes em relação à QVT, segundo o Modelo de Walton (1973), na Universidade Federal de Goiás, Regional Catalão (UFG/RC). O Modelo de Walton (1973) destaca oito critérios que permitem definir a percepção quanto a QVT em graus de satisfação. Trata-se de uma pesquisa aplicada, sendo esta descritiva-exploratória, com abordagem quali-quantitativa. A primeira contou com a participação de oitenta docentes, sendo que os dados foram coletados mediante questionário, que utilizou da escala Likert em cinco categorias. E a segunda parte aconteceu com a participação de seis docentes em cargos de chefia nas Unidades Acadêmicas Especiais da Universidade (UAES), através de entrevistas semiestruturadas, com perguntas complementares acerca dos questionamentos relevantes encontrados na análise da percepção dos docentes em relação ao conjunto de indicadores à satisfação com a QVT. Os resultados encontrados revelam que entre os oitos critérios, quatro;
sendo estas condições de trabalho, organização do trabalho, integração social e participação; possuem como percepção a predominância da satisfação e/ou muita satisfação entre os docentes. E os quatros critérios restantes; que compreendem, saúde, compensação, comunicação e imagem da organização; evidenciam nos resultados não satisfação e/ou pouca satisfação entre os docentes. Com o embasamento da análise do discurso pode-se interpretar os questionamentos relevantes encontrados acerca da QVT, que justifiquem tanto os insatisfeitos como os indiferentes com relação à percepção desta qualidade. Logo, podemos concluir que a percepção da QVT entre os docentes da UFG/RC é regular, apresentando considerações que permitem melhorias significativas, seja através de novos investimentos, da implantação de programas, na reavaliação dos planos de carreiras, entre outros; que gerem realmente a QVT necessária.
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SANTANA, Daniela Cristina Félix. Qualidade de vida no trabalho (QVT): uma percepção entre docentes da Universidade Federal de Goiás (UFG/RC). 2017. 99 f. Dissertação (Mestrado em Gestão Organizacional) - Universidade Federal de Goiás, Catalão, 2017.
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