Vós sois a princesa Moana do reino subterrâneo: fantasia e resistência n'O Labirinto do Fauno

dc.contributor.advisor1Borges, Bruno Gonçalves
dc.contributor.authorValentim, Milena Beatriz Vicente
dc.contributor.referee1Borges, Bruno Gonçalves
dc.contributor.referee2Franceschini, Bruno
dc.contributor.referee3Araújo, Rogério Bianchi de
dc.date.accessioned2025-01-27T18:30:36Z
dc.date.available2025-01-27T18:30:36Z
dc.date.issued2024-08-06
dc.description.abstractEl cine hace una broma con el tiempo, en el que los signos se materializan en la imagen-movimiento, formando trazos singulares de expresión en el formato de una película. Estudiar la composición fílmica con Deleuze es ver, comprender el movimiento y la virtualidad del cine, posible gracias a la aparición del cinematógrafo. La película en la que se centra este proyector, nuestro objeto de investigación, es la película El laberinto del fauno (2007), del director Guillermo del Toro (1964), en la que se entrelazan referencias a acontecimientos históricos, como la Guerra Civil española y la Segunda Guerra Mundial, y al mundo de los cuentos de hadas que vive Ofelia. En esta disertación, nuestros objetivos fueron: analizar los procesos de agencia infantil en una situación de guerra; y comprender cómo la fabulación opera el espacio de libertad en este contexto, a partir de algunos de los enunciados materializados en la película elegida. Para alcanzar estos objetivos, observamos algunos de los elementos cinematográficos que componen la película -como el corte, el plano utilizado por la cámara, la luz, el sonido- y analizamos la fabulación, con el fin de comprender cómo este proceso imaginativo se articula discursivamente con su trama. Elaboramos nuestro análisis a partir de algunas escenas enunciativas, en las que buscamos comprender los enunciados materializados a partir de la máquina pueril y los procesos de agenciamiento infantil en el contexto analizado. Aunque se trate de una obra de ficción, al final de nuestros análisis nos dimos cuenta de cómo se articulan la fabulación y la resistencia, ya que observamos que existe una redundancia entre ambas, con el fin de promover un modo posible de existencia en situaciones de guerra, a través de la producción de una línea del fuga.es
dc.description.resumoO cinema brinca com o tempo, através do qual signos encontram sua matéria na imagem-movimento, formando traços de expressão singulares de uma matéria em movimento (o filme). Estudar a composição fílmica com Deleuze é suscitar o ver, entender o movimento e a virtualidade do cinema, possibilitados pelo advento do cinematógrafo. A película que está no foco deste projetor (esta Dissertação de Mestrado) é o nosso objeto de pesquisa, a obra cinematográfica O Labirinto do Fauno (2007), do diretor Guillermo del Toro (1964), que entrelaça a referência a fatos históricos, como a Guerra Civil Espanhola e a Segunda Guerra Mundial, e o mundo dos contos de fadas vividos por Ofélia, misturados a elementos do Gótico. Nessa dissertação os nossos principais objetivos são analisar os processos de agenciamento da infância em uma situação de guerra e compreender como a fabulação opera o espaço de liberdade nesse contexto, com base em alguns enunciados materializados na obra fílmica escolhida. Para alcançar esses objetivos, observamos alguns elementos cinematográficos que constituem o filme – como o corte, o plano utilizado pela câmera, a luz, o som – e refletimos sobre a fabulação, com o intuito de compreender como esse processo imaginativo se articula discursivamente com o seu enredo. Elaboramos nossa análise com base em algumas cenas enunciativas, por meio de tais cenas, buscamos entender os enunciados materializados a partir da máquina pueril e dos processos de agenciamento da infância em uma situação de guerra civil. Embora se trate de uma obra ficcional, percebemos ao final de nossas análises que elementos da verossimilhança nos auxiliaram a compreender como a fabulação e a resistência se articulam, na medida em que observamos que há uma redundância entre ambas, de maneira a promover um modo de existência possível em situações de (pós-)guerra, por meio da produção de uma linha de fuga.pt
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier.citationVALENTIM, Milena Beatriz Vicente. Vós sois a princesa Moana do reino subterrâneo: fantasia e resistência n'o labirinto do fauno. 2024. 136 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem, Instituto de Estudos da Linguagem, Universidade Federal de Catalão, Catalão (GO), 2024.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufcat.edu.br/server/api/core/bitstreams/8d18a572-63cd-4a2c-97ab-0a03b4ca6bc6/content
dc.languagePortuguêspt
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade Federal de Catalão
dc.publisher.countryBrasilpt
dc.publisher.departmentInstituto de estudos da Linguagempt
dc.publisher.initialsUFCATpt
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos da Linguagempt
dc.rightsAcesso Abertopt
dc.subjectDeleuze
dc.subjectDiscurso
dc.subjectAnálise fílmica
dc.subjectFantasia
dc.subjectResistência
dc.subject.cnpq8.01.00.00-7pt
dc.titleVós sois a princesa Moana do reino subterrâneo: fantasia e resistência n'O Labirinto do Fauno
dc.typeDissertaçãopt

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